Pebolim, Totó, Cacau ou Fla-Flu?

É inegável a popularidade do Pebolim que já ganhou o mundo todo. Presente em bares e salas de jogos, a modalidade é considerada um esporte com regras oficiais e torneios. No Brasil existe até a Confederação Brasileira de Pebolim, o que não é unanimidade é a nomenclatura do jogo que recebe diferentes nomes dependendo da região do país, confusão que chega também ao cenário mundial, variando de país para país.

Confira alguns:

Na Espanha, um dos locais que solicitam a sua invenção é considerado Futbolim. Ao chegar no Brasil na década de 50 sofreu alteração em seu nome, se tornando Pebolim, pé + bolim. Já dentro do Brasil chegou ao Rio de Janeiro e recebeu a nomenclatura de Tok, tok, devido ao barulho das jogas. Sendo abreviado logo em seguida para Tó, tó. No Brasil ainda recebe mais nomes como , dependendo da Região e sua cultura. Já para a Federação internacional o nome adotado é Table-soccer.

Uma curiosidade é que nos Estados Unidos é chamado de FoosBall, devido a Alemanha ser o país que apresentou o jogo aos americanos e sua forma de falar característica que através do sotaque pronuncia Foosball. Outro exemplo de nome diferente vem da França que chama o jogo de Babyfoot. Em Portugal é chamado matraquilhos ou matrecos.

Outro ponto que causa discordância relacionado a sua história é a paternidade do invento. O jogo é uma invenção disputada por espanhóis e alemães, sendo Alejandro Campos Ramirez o espanhol que reclama sua criação que teria ocorrido em 1936 em um hospital, enquanto ele se recuperava de um trauma causado por uma bomba na guerra espanhola. Já o alemão é Broto Wachter defendendo que em 1930 já realizava vendas de mesas no modelo do Pebolim. O modelo do alemão era todo em madeira com sacos atrás dos gols que seguravam a bolinha.

mesa-pebolimCuriosidade:

A jogada mais comuns pelos iniciantes é uma jogada irregular de acordo com as regras oficiais. Aquele movimento que gira a barra com força e faz o jogador tirar a mão da manopla não é permitido. O correto é o movimento até 360 graus, em que o jogador não retire a mão da barra.

Fonte: 7Ball